Aula 5 · Marketing

Marketing digital: conteúdo orgânico e presença online

Material de leitura da aula, na mesma ordem dos itens do mapa. Cada parte cabe na cabeça; leia na ordem ou vá direto ao item que precisa.

Começo do bloco

Marketingver no mapa

Marketing é tudo o que faz alguém que não te conhece chegar até você. Antes de qualquer rede social, escreva três respostas. Elas vão orientar cada vídeo, cada anúncio e cada página do site.

Como usar este material. Cada item prático tem três partes: o pedido pronto para a IA, o que conferir na resposta e o que só você faz.

O curso parte da Central de Inteligência. Quem já montou a semente faz os pedidos dentro dela: a Central já conhece a sua empresa, porque o contexto fica salvo nos arquivos, e já vem com habilidades instaladas, como a do preço certo, a do orçamento e das objeções, a da oferta e a da pauta do cliente. Quem usa outro assistente, como ChatGPT ou Gemini, pode copiar os mesmos pedidos, mas precisa colar o contexto da empresa toda vez.

Peça para a IA

Quero escrever três respostas sobre a minha empresa para orientar o meu marketing: quem compra, por que compra e como decide.
Minha empresa: [o que você fabrica e vende, para quem, em que região]
Me faça uma pergunta por vez, até ter o suficiente.
Depois escreva as três respostas em poucas linhas cada, com as palavras que o cliente usaria, e não as da fábrica.

O que volta: uma entrevista curta e, no fim, as três respostas em rascunho.

Na Central, guarde as três respostas nos arquivos da empresa. É esse o contexto que todos os outros pedidos usam.

Confira o que a IA entregou

  • Quem compra é uma pessoa concreta, que você reconhece. Se aparecer “empresas que buscam qualidade”, está genérico.
  • O motivo da compra está na língua do cliente. Pense se você já ouviu alguém falar daquele jeito.
  • Como decide bate com o que você vê no atendimento: onde pesquisa, a quem pergunta, quantos orçamentos pega.
  • Nada que a IA supôs sem você ter dito. Se ela completou com palpite, corte.

Só você faz

Saber a resposta de verdade. Ela vem de ouvir cliente, no atendimento e nas ligações para quem não comprou. A IA organiza o que você conta; quem conhece o cliente é você.

Se for fazer na mão:

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    Quem compra

    Uma descrição concreta, nunca “todo mundo”. Em a Fábrica Aurora (empresa inventada, de móveis planejados, que vende direto ao consumidor), quem compra é um casal que acabou de comprar apartamento ou vai reformar a cozinha, muitas vezes com um arquiteto no meio.

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    Por que compra

    O motivo de verdade, na língua do cliente. Na Aurora: uma cozinha que dure, que caiba direito no espaço e que não dê dor de cabeça na montagem.

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    Como decide

    Onde pesquisa, a quem pergunta, quantos orçamentos pega. Na Aurora: pesquisa na internet, pede indicação a amigos, pega três orçamentos e escolhe em quem confia mais, não necessariamente no mais barato.

O cliente escolhe o que entende melhor, mais rápido. Qualidade que ele não enxerga na hora não entra na decisão. Você não vai agradar todo mundo: o cliente da Aurora pesa qualidade, confiança e preço, então ela fala de qualidade e de confiança, e não de desconto. Marketing é traduzir o que a sua fábrica faz bem para a língua de quem compra.

A IA não sabe quem é o seu cliente. Quem sabe é você. Se você só disser “tenho uma fábrica de móveis”, ela escreve para todo mundo, e o que é para todo mundo não funciona para ninguém. Com as três respostas guardadas na sua Central, cada pedido já sai para o cliente que você escolheu.

Ligação com o vizinho. O marketing manda gente para o atendimento. Antes de trazer mais gente, faça a conta do atendimento, logo abaixo. Senão você paga para trazer gente que esfria na fila.

As cinco tarefas desta aula estão no fim da página, com o passo a passo de cada uma.

Antes do marketing: a conta do atendimento

O marketing manda gente para o atendimento, então a primeira conta é quanto o time aguenta (Aula 4). Na Aurora, 400 contatos por mês × 15 minutos = 100 horas, e a atendente tem 132 horas no mês. No papel sobram 32 horas: até 128 contatos a mais por mês (32 × 60 ÷ 15).

Esse número é o teto, não a meta. Atendimento é gente: fica doente, tira férias, folga. Por isso a Aurora trabalha com as 100 horas e, com 400 contatos, já se considera no limite. Para escalar o marketing, primeiro aumente o time ou coloque tecnologia no atendimento, como uma IA que faz o primeiro contato. Primeiro o atendimento, depois o marketing para trazer mais gente.

A conta está na aba "8. Atendimento" da planilha da Aurora, na linha “Contatos a mais que cabem”.

Marketing digitalver no mapa

O marketing digital tem três partes no mapa:

  • Conteúdo orgânico: o que você publica sem pagar para aparecer. Assunto desta aula.
  • Anúncio pago: pagar para o conteúdo chegar mais longe e mais cedo. Assunto da Aula 6.
  • Presença online: o site e o perfil no Google, onde o cliente te acha quando vai te procurar. Fim desta aula.

O marketing físico (feira, parceria, catálogo, demonstração) tem a Aula 7 só para ele. A marca e o posicionamento de marca ficam para a parte prática do curso, depois da Aula 7.

Conteúdo orgânico

Conteúdo orgânicover no mapa

Há vários tipos de conteúdo: bastidor, depoimento, lançamento, promoção, vídeo institucional. Cada um tem a sua função:

Só você faz

Aparecer e ensinar do seu jeito. A IA escreve o roteiro e organiza a pauta, mas o cliente confia em quem ele vê explicando. Decidir quem da empresa vai aparecer, e manter isso por meses, é com você.

  • Conteúdo que ensina atrai quem ainda não te conhece. É o que a pessoa compartilha com o cunhado que está reformando a casa.
  • Bastidor, depoimento e promoção seguram quem já te conhece e ajudam a decidir.

Você precisa dos dois. É o funil de marketing, que vem antes do funil de venda: no topo, para quem não te conhece, o conteúdo que ensina, quase sem falar do produto (como montar um móvel do jeito certo, por que escolher um projeto em vez de um móvel modular). Do meio para o fim, bastidor, depoimento e promoção. Uma conta só com bastidor e promoção fala sempre com as mesmas pessoas.

Ensine completo. Conteúdo pela metade, para “não entregar o ouro”, gera desconfiança. Quem ensina completo vira referência, e o cliente compra de quem ensinou.

Quando o orgânico não é a prioridade: quando o atendimento não aguenta mais contato (arrume antes), quando ninguém da empresa topa aparecer e não há a quem delegar, e quando você precisa de venda neste mês (aí o caminho é o anúncio).

Ordem de trabalho neste material: achar o assunto, montar o vídeo, escolher a rede e seguir os passos dela, e manter a rotina.

O que a IA não tem

Em um minuto a IA escreve um conteúdo sobre como escolher o acabamento do móvel: certinho e igual ao de todo mundo. Ele não se destaca. O que a IA não tem é o que te diferencia:

  • O seu caso. O cliente que trocou a cozinha porque o MDF inchou perto da pia. Quem vê esse caso já chega entendendo a diferença entre o seu orçamento e o do concorrente.
  • A sua opinião, mesmo quando vai contra o mercado: “você não precisa do material mais caro; este aqui o mercado já conhece, pouca gente oferece porque a margem é menor, e ele tem o melhor custo-benefício”.
  • O seu rosto e a sua voz. O ideal é a voz do dono ser a voz da empresa. Se você não quer aparecer, escolha alguém da empresa que represente a marca.
  • A sua experiência de mercado. Com ela, a IA transforma o que você sabe num roteiro bom. Sem ela, só repete o genérico.

Achar assuntover no mapa

Depois de três semanas de conteúdo, muita gente fica sem assunto e passa a pedir ideia para a IA, que começa a devolver ideia genérica. O assunto não acaba quando você sabe onde procurar: a fonte principal é o que o cliente já pergunta, na venda e no pós-venda.

Peça para a IA

Vou colar abaixo perguntas e conversas de clientes do nosso WhatsApp. Já tirei nome e telefone.
Minha empresa: [o que você vende e para quem] (na Central, esse contexto já está nos arquivos; pode pular)
Liste as 15 dúvidas que mais se repetem, agrupadas por assunto.
Para cada uma, diga quantas vezes apareceu e escreva um gancho de vídeo em uma frase, com as palavras do cliente.
Depois, separe as dúvidas que mostram medo ou objeção antes da compra.

[cole aqui as conversas]

O que volta: uma lista de dúvidas agrupadas, com contagem e um gancho para cada, pronta para virar a planilha de pauta.

Na Central, a habilidade pauta-do-cliente já faz isso: peça “organiza estas conversas do WhatsApp e me diz as dúvidas que mais se repetem”.

Confira o que a IA entregou

  • Cada dúvida é algo que o seu cliente pesquisaria ou perguntaria. Se parece pergunta de curioso, corte.
  • A contagem bate com o que você colou. A IA às vezes junta assuntos diferentes num grupo só.
  • O gancho usa as palavras do cliente e não promete o que você não entrega.
  • Nenhum dado pessoal ficou no texto que você colou.

Só você faz

Tirar nome e telefone antes de colar, sempre. E escolher por onde começar: você sabe qual dúvida mais trava a venda e qual assunto você explica melhor.

Se for fazer na mão, as quatro fontes de assunto:

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    As perguntas do WhatsApp

    Toda dúvida que um cliente já mandou é um vídeo. Se um perguntou, muitos outros tinham a mesma dúvida e não perguntaram. Peça para quem atende anotar, durante um mês, toda pergunta que se repete, numa planilha com três colunas: pergunta, quantas vezes apareceu, data. Na Aurora, a campeã era “esse acabamento risca fácil?”.

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    Os erros antes da compra

    Os erros que você já viu cliente cometer antes de comprar: a medida errada, o eletrodoméstico que não coube. “Antes de comprar o móvel da cozinha, você já mediu os seus eletrodomésticos?” A pessoa fica até o fim para saber se está errando.

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    O que parece igual e não é

    Dois materiais, dois processos, dois acabamentos que o cliente confunde. O MDF comum e o MDF naval (o que aguenta umidade) parecem idênticos na mão; a diferença só aparece anos depois, quando o comum estufa perto da pia. Esse formato ensina e explica o seu preço sem você falar de preço: quem entende essa diferença para de comparar o seu orçamento com o mais barato.

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    Quem não comprou

    Pergunte a quem pediu orçamento e sumiu por que não seguiu. Cada motivo (uma dúvida sem resposta, um medo, algo que não entendeu) é um vídeo que resolve a objeção antes de ela chegar no vendedor. Roteiro da ligação em Ligar para quem não comprou.

Como guardar a pauta

  • Uma planilha só, com: assunto, fonte (WhatsApp, erro, diferença, quem não comprou), gancho em uma frase, status (ideia, roteiro, gravado, publicado) e data.
  • Anote o gancho na hora em que a ideia aparece. O gancho é o que mais se perde.
  • Meta inicial: dez assuntos antes de gravar o primeiro vídeo.

Ligar para quem não comprouver no mapa

Ligue para cinco pessoas que pediram orçamento nos últimos meses e não fecharam. O objetivo é ouvir. Não tente vender de novo nessa ligação.

Peça para a IA

Vou ligar para clientes que pediram orçamento e não compraram. O objetivo é ouvir, não vender.
Minha empresa: [o que você vende] (na Central, esse contexto já está nos arquivos; pode pular)
Meu jeito de falar: [informal, direto, etc.]
Adapte o roteiro abaixo para o meu jeito, com no máximo 5 minutos de conversa.

[cole o roteiro desta página]

Depois das ligações, vou colar as respostas anotadas, sem nome e telefone.
Aí agrupe por motivo (preço, prazo, dúvida técnica, confiança, atendimento) e diga quais viram vídeo e quais são problema de venda.

O que volta: o roteiro no seu tom e, depois das ligações, as respostas agrupadas por motivo, com sugestão de pauta.

Na Central, a habilidade pauta-do-cliente já faz isso: peça “prepara a ligação para quem não comprou”.

Confira o que a IA entregou

  • O roteiro continua pedindo licença e prometendo não vender.
  • As perguntas seguem abertas. Se a IA trocou por pergunta de sim ou não, volte.
  • No agrupamento, as respostas ficaram com as palavras da pessoa.
  • Preço que se repete foi separado: pode ser comunicação ou preço mesmo (Aula 2).

Só você faz

A ligação e o silêncio depois da pergunta. A IA não liga, e a parte que vale é ouvir o que a pessoa diz e como diz.

Roteiro da ligação (uns 5 minutos)

Abertura: “Oi, [nome], aqui é o [seu nome], da [empresa]. Você pediu um orçamento com a gente em [mês]. Não estou ligando para vender, prometo. Estou tentando melhorar o nosso atendimento e queria te fazer duas perguntas rápidas. Pode ser?”

Pergunta 1: “Por que você não comprou com a gente?” (ou, mais leve: “O que fez você não seguir com a gente?”). Depois, fique em silêncio e deixe a pessoa falar.

Pergunta 2: “Teve alguma dúvida que ficou sem resposta, ou alguma coisa que você não entendeu direito no orçamento?”

Se ela já comprou de outro: “E o que pesou para escolher eles?”

Fechamento: “Muito obrigado, isso ajuda demais. Se um dia precisar, pode chamar.”

Depois de cada ligação

  • Escreva a resposta com as palavras da pessoa, não com as suas.
  • Marque o tipo: preço, prazo, dúvida técnica, confiança, atendimento.
  • Cada dúvida ou medo vira uma linha na planilha de pauta.
  • Preço que se repete pode ser problema de comunicação (o cliente não entendeu a diferença) ou de preço mesmo. Leve à Aula 2.

O que costuma aparecer. Muitas vezes a resposta é a demora: “vocês não me responderam a tempo, outro respondeu”. Essa se resolve no atendimento, com a meta de responder em até 10 minutos (Aula 4). Outras viram conteúdo: um material que você não trabalha (explique por que o seu é melhor) ou “achei caro pagar o projeto” (explique por que, no fim, o projeto sai mais barato que um móvel ruim). Quem já comprou mostra o que você faz bem; quem não comprou mostra onde está o crescimento.

Anatomia do vídeo que ensinaver no mapa

A mesma estrutura serve para o vídeo de 40 segundos e para o de 20 minutos. Só muda o tamanho de cada parte.

Peça para a IA

Quero gravar um vídeo que ensina sobre [assunto], para [quem é o seu cliente] (na Central, esse contexto já está nos arquivos; pode pular).
Escreva 5 opções de gancho (a primeira frase), cada uma com uma pergunta direta ou uma afirmação que incomoda.
Para a melhor, monte a estrutura: gancho, promessa específica, entrega em 3 partes, uma frase de aplicação que vire critério de compra e uma chamada leve (salvar ou compartilhar).

O que volta: cinco ganchos e o esqueleto do vídeo nas cinco partes.

Confira o que a IA entregou

  • O gancho fala da dúvida já na primeira frase, sem apresentação.
  • A promessa é específica: dá para saber, no fim, se foi cumprida.
  • A entrega mostra alguma coisa que você tem na fábrica.
  • A chamada pede salvar ou compartilhar. Se pede comentário, alguém vai entregar o material.

Só você faz

Escolher o gancho que soa como você e mostrar a coisa de verdade: a peça, a máquina, a diferença na mão.

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    1. Gancho

    A primeira frase: uma pergunta direta ou uma afirmação que incomoda, sobre a dúvida que você vai responder. No vídeo curto você tem uns 3 segundos; no longo, uns 30.

    Ruim: “Olá, pessoal, hoje eu vou falar sobre acabamento de móveis.”
    Bom: “Esse acabamento parece igual a esse aqui. Um deles risca em seis meses.”

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    2. Promessa

    O que a pessoa vai saber no fim, de forma específica. “Até o fim deste vídeo você vai reconhecer os dois só passando a unha.”

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    3. Entrega

    Ensine de verdade, mostrando mais do que falando: o material, a peça, a diferença. No vídeo longo, a entrega vira capítulos.

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    4. Aplicação

    Transforme o que ensinou em critério de compra. “Quando for pegar orçamento de cozinha, pergunte qual acabamento vai na porta e passe a unha no mostruário.”

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    5. Chamada leve

    Hora de pedir uma ação pequena: “salva para lembrar quando for comprar” ou “manda para quem está reformando”. Salvar e compartilhar são os sinais que mais levam a rede a mostrar o vídeo para gente nova.

    Chamada ligada a uma entrega real também funciona: “comenta a palavra GUIA que eu te mando o material”. Use só se alguém, ou uma automação, for mandar o material para cada pessoa que comentar. Promessa que não chega queima a marca.

Antes de gravar, confira

  • O gancho fala da dúvida, sem apresentação antes.
  • A promessa é específica.
  • A entrega mostra alguma coisa, além de falar.
  • Existe uma frase de aplicação que vira critério de compra.
  • A chamada pede salvar ou compartilhar. Se pede comentário, a entrega do material está garantida.

YouTube, do roteiro ao ar

YouTube: educa o clientever no mapa

O YouTube é onde você educa com calma, em vídeo longo. E ele funciona como ferramenta de busca: um vídeo bom continua trazendo gente por anos, toda vez que alguém pesquisa aquela dúvida. Um post de rede social costuma sumir do feed em poucos dias.

Escolha a rede que você consegue manter. Uma rede bem feita, toda semana, por um ano, rende mais que quatro redes abandonadas no segundo mês. Se você gosta de falar e explicar, comece pelo YouTube. Se a fábrica é bonita de mostrar, Instagram ou TikTok.

Como a Impulso faz: o vídeo longo do YouTube é a peça principal. Dele saem os cortes, publicados quase todo dia no Instagram, no Facebook, no YouTube Shorts e no TikTok, e, com o tempo, um artigo do blog sobre o mesmo assunto. Uma gravação alimenta vários dias de publicação.

O processo tem cinco passos, cada um num item do mapa: roteiro, gravação, edição, publicação e depois de publicar. Antes do primeiro vídeo, prepare o canal. Abra o passo em que você está e siga a lista.

Antes do primeiro vídeo: o canalver no mapa

O canal é o que a pessoa vê quando gosta de um vídeo e quer mais. Prepare uma vez, antes de publicar.

Peça para a IA

Vou abrir um canal no YouTube para a minha empresa.
Empresa: [o que faz, para quem, região] (na Central, esse contexto já está nos arquivos; pode pular)
O canal vai ensinar: [assuntos]. Vídeo novo: [dia da semana].
Escreva a descrição do canal em até 4 linhas: quem somos, o que o canal ensina, para quem e quando sai vídeo novo.
Sugira também o nome da primeira playlist, como uma série de assuntos ligados.

O que volta: a descrição do canal e o nome da primeira playlist.

Confira o que a IA entregou

  • A descrição diz para quem é o canal.
  • Não promete frequência que você não vai manter.
  • O nome da playlist é algo que o cliente entende, sem jargão da fábrica.

Só você faz

Verificar o canal com o seu telefone, decidir quem tem acesso e dar permissão pelo YouTube Studio, sem passar senha para ninguém.

Se for fazer na mão:

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    Conta

    Use um canal ligado à conta Google da empresa ou à sua, e anote quem tem acesso. Se outra pessoa for publicar, dê acesso pelas permissões do canal no YouTube Studio, sem passar a sua senha.

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    Verificar o canal

    Verifique a conta pelo telefone (youtube.com/verify). Sem isso, o YouTube não deixa enviar capa personalizada nem vídeo com mais de 15 minutos.

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    Nome e descrição do canal

    Nome que a pessoa reconhece. Na descrição: quem é você, o que o canal ensina, para quem e de quanto em quanto tempo sai vídeo novo. Exemplo da Aurora: “Fábrica de móveis planejados. Aqui a gente ensina a escolher material, acabamento e projeto antes de reformar. Vídeo novo toda quinta.”

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    Links

    Coloque o site, o WhatsApp ou o formulário de contato nos links do canal.

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    Primeira playlist

    Crie a playlist da primeira série antes de publicar o primeiro vídeo, para cada vídeo novo já entrar nela.

Roteirover no mapa

Escreva antes de gravar. Com roteiro você trava menos, grava mais rápido e já sai com os capítulos da descrição.

Peça para a IA

Quero um roteiro de vídeo para o YouTube, palavra por palavra, do jeito que vou falar.
Assunto: [a dúvida, como o cliente pergunta]
Quem é o meu cliente: [descrição] (na Central, esse contexto já está nos arquivos; pode pular)
Caso real para usar: [um caso que aconteceu com um cliente, sem o nome dele]
Monte assim: gancho nas duas primeiras frases, promessa, entrega dividida em capítulos com título curto, uma frase de aplicação que vire critério de compra e uma chamada leve no fim.
Marque entre colchetes o que não é para falar: [NA TELA: texto], [MOSTRAR: o que filmar].
Frases curtas, para falar em voz alta. Não invente número nem caso.

O que volta: o roteiro inteiro, com capítulos e marcações, e um título provisório.

Confira o que a IA entregou

  • O caso real é o seu, do jeito que aconteceu. Nada inventado.
  • Nenhum número que você não possa mostrar ou provar.
  • Está do seu jeito de falar. Leia em voz alta: frase que enrola na boca precisa ser cortada.
  • O título é uma dúvida que o seu cliente pesquisaria.
  • Tudo o que vai aparecer na tela está entre colchetes.

Só você faz

Dar o caso real e a opinião de quem conhece o produto, e cortar o que não é você. Roteiro sem caso real fica parecido com todos os outros.

Há dois jeitos de escrever, e os dois funcionam:

  • Palavra por palavra: o texto inteiro, como vai ser falado. Você trava menos e muda o que quiser na hora.
  • Tópicos: só a sequência de ideias e os exemplos. Bom para quem fala solto.

Se for fazer na mão:

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    Assunto e título provisório

    Escolha uma linha da planilha de pauta e escreva o título como a dúvida que alguém digitaria na busca.

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    Gancho e promessa

    As duas primeiras frases, escritas e reescritas até ficarem curtas.

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    Entrega em capítulos

    Divida a entrega em capítulos com um título curto cada. Esses títulos viram a lista de capítulos da descrição.

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    Marcações

    Entre colchetes, o que não é para falar: [NA TELA: texto que aparece], [MOSTRAR: a peça de perto], [PAUSA]. Elas lembram você na gravação e na edição.

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    Aplicação e chamada

    Termine com a frase de critério de compra e a chamada leve. No fim, diga onde está o contato (“o link está na descrição”).

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    Leitura em voz alta

    Leia tudo em voz alta uma vez. Frase que enrola na boca precisa ser cortada em duas.

Lista para conferir o roteiro

  • Título é uma dúvida que alguém pesquisaria.
  • Gancho nas duas primeiras frases, sem “olá, pessoal”.
  • Capítulos marcados, com título curto.
  • Tudo o que vai aparecer na tela está entre colchetes.
  • Aplicação e chamada leve no fim.
  • Nenhum número que você não possa mostrar ou provar.

Gravaçãover no mapa

Gravar é com você. A IA ajuda a chegar preparado, com a lista do que gravar e do que filmar de apoio.

Peça para a IA

Aqui está o roteiro do meu vídeo. Transforme em uma lista de gravação:
1. Os capítulos em ordem, com a primeira frase de cada um, para eu gravar um por vez.
2. A lista de imagens de apoio marcadas com [MOSTRAR], com o lugar da fábrica onde filmar cada uma.
3. O que preparar antes: objetos, peças, roupa.

[cole o roteiro]

O que volta: uma lista para levar para a gravação, por capítulo, e a lista de imagens de apoio.

Confira o que a IA entregou

  • Todas as marcações [MOSTRAR] do roteiro entraram na lista.
  • As imagens pedidas existem na sua fábrica e dá para filmar.
  • A ordem de gravação junta o que acontece no mesmo cenário.

Só você faz

Aparecer, falar e filmar. Luz de frente, som limpo e o teste de 10 segundos antes de começar.

Se for fazer na mão:

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    Câmera

    O celular serve. Use a câmera traseira, que costuma ser melhor que a da frente. Para o YouTube, celular na horizontal; para vídeo curto, na vertical. Tripé ou um apoio firme na altura dos olhos. Limpe a lente.

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    Luz

    Luz de frente para você: uma janela à sua frente resolve. Janela atrás deixa você virar uma sombra. Evite luz vinda de cima, que marca olheira.

  3. 3
    Som

    O investimento que mais muda o resultado é um microfone de lapela simples. As pessoas aguentam imagem razoável e desistem com áudio ruim. Grave longe de máquina ligada, com porta fechada, em sala com cortina, tapete ou móveis (menos eco).

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    Teste de 10 segundos

    Antes de começar, grave 10 segundos, ouça com fone e confira o enquadramento. Esse teste evita perder uma gravação inteira.

  5. 5
    Um capítulo por vez

    Grave por capítulo. Errou: pare, respire, volte ao começo da frase e repita. A edição corta. Uma palmas antes de repetir facilita achar o ponto do corte.

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    Imagens de apoio

    No fim, grave as imagens marcadas como [MOSTRAR]: a peça de perto, a máquina funcionando, o detalhe. Elas entram por cima da fala na edição.

Lista para conferir antes de apertar o botão

  • Celular na orientação certa, câmera traseira, lente limpa.
  • Modo avião ou não perturbe ligado.
  • Bateria e espaço livre de sobra.
  • Janela ou luz à frente.
  • Microfone ligado e testado com fone.
  • Roteiro à vista, aberto no capítulo certo.

Ediçãover no mapa

Vídeo que ensina pede edição simples. O que prende é o conteúdo, então dispense efeito, transição e música alta.

Peça para a IA

Vou colar a transcrição do meu vídeo com os tempos. Ela saiu da legenda automática.
1. Aponte os trechos de enrolação ou repetição que dá para cortar, com o tempo de cada um.
2. Corrija os erros de transcrição em nomes, números e termos técnicos. Termos certos do meu ramo: [liste]
3. Liste os capítulos com o tempo em que cada um começa.

[cole a transcrição com tempos]

O que volta: a lista de cortes, a legenda corrigida e a minutagem dos capítulos.

Confira o que a IA entregou

  • Os tempos batem com o vídeo. Abra dois ou três e confira.
  • A correção não mudou o que você disse, só a grafia.
  • Os termos técnicos estão certos para o seu ramo.

Só você faz

Assistir inteiro antes de publicar, de preferência no celular. A IA lê o texto; ela não vê se a imagem ficou boa nem ouve se o som caiu.

Ferramenta sugerida: CapCut, que tem versão gratuita para computador e celular. Alguns recursos automáticos podem ser pagos; os passos abaixo funcionam no básico. A transcrição com os tempos sai da legenda automática do CapCut ou do próprio YouTube.

Se for fazer na mão:

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    Importar e ordenar

    Importe os arquivos e coloque os capítulos na ordem do roteiro.

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    Cortar erros e silêncios

    Divida o clipe no ponto do erro e apague o trecho. Corte também as pausas longas no começo e no fim de cada frase.

  3. 3
    Legenda automática

    Gere a legenda em português pela função de legendas automáticas. Revise inteira: o programa erra nomes, números e termos técnicos.

  4. 4
    Textos na tela

    Coloque os textos que estavam como [NA TELA] no roteiro: poucas palavras, letra grande, sempre no mesmo lugar e com a mesma fonte.

  5. 5
    Imagens de apoio

    Ponha as imagens de [MOSTRAR] por cima da fala, nos trechos certos.

  6. 6
    Anotar a minutagem

    Enquanto edita, anote o tempo em que começa cada capítulo. Você vai usar na descrição.

  7. 7
    Exportar

    Exporte em 1080p. Assista inteiro uma vez antes de publicar, de preferência no celular.

Lista para conferir a edição

  • Sem erro e sem silêncio longo.
  • Legenda revisada.
  • Textos na tela legíveis no celular.
  • Áudio no mesmo volume do começo ao fim.
  • Minutagem de cada capítulo anotada.

Publicaçãover no mapa

É aqui que muita gente joga fora um vídeo bom: título que ninguém pesquisa, capa que não se lê, descrição vazia.

Peça para a IA

Vou colar a transcrição do meu vídeo, com os tempos.
O vídeo é para [quem é o cliente] (na Central, esse contexto já está nos arquivos; pode pular) e responde à dúvida [qual].
1. Escreva 5 opções de título. Cada título deve ser a dúvida como alguém digitaria na busca.
2. Escreva a descrição: duas linhas dizendo o que a pessoa aprende, depois [link do material] e [link do contato], depois a lista de capítulos com a minutagem, começando em 00:00.
3. Sugira 3 textos para a capa, com até 4 palavras cada.

[cole a transcrição com tempos]

O que volta: títulos, descrição pronta com capítulos e opções de texto da capa.

Confira o que a IA entregou

  • O título é a dúvida que o SEU cliente pesquisaria, e não uma frase de efeito.
  • Os capítulos começam em 00:00, estão em ordem e cada um tem pelo menos 10 segundos.
  • A minutagem bate com o vídeo.
  • O texto da capa tem até quatro palavras e se lê em miniatura.

Só você faz

Escolher o título, tirar a foto da capa com o seu rosto e conferir tudo antes de apertar publicar.

Se for fazer na mão, siga na ordem:

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    Título

    A dúvida que a pessoa digitaria na busca. “Como calcular o preço de venda de um produto” é melhor que “Aula 2: precificação”, porque alguém pesquisa a primeira frase e ninguém pesquisa a segunda.

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    Capa (thumbnail)

    Seu rosto e no máximo quatro palavras grandes. Ela precisa ser entendida no celular, em miniatura: diminua a imagem na tela do computador e veja se ainda dá para ler.

    Formato 16:9 (horizontal), em JPG ou PNG. A ajuda do YouTube recomenda a maior resolução possível e largura mínima de 640 px; 1280×720 é um tamanho seguro. A capa personalizada exige canal verificado.

  3. 3
    Descrição

    Duas primeiras linhas: o que a pessoa vai aprender. Depois: o link do material, o seu contato e a lista de capítulos.

    Capítulos: uma linha por capítulo, com a minutagem e o título. Pelas regras do YouTube, a primeira linha começa em 00:00, são pelo menos três marcações em ordem crescente e cada capítulo tem no mínimo 10 segundos.

  4. 4
    Playlist

    Coloque o vídeo na playlist da série. Quem termina um vídeo vê o próximo.

  5. 5
    Tela final e cards

    Na tela final, aponte para o próximo vídeo ou para a playlist. Ela entra nos últimos 5 a 20 segundos de vídeos com 25 segundos ou mais. Deixe esse tempo livre no fim da edição. Use cards (os avisos que aparecem durante o vídeo) para indicar outro vídeo quando você citar um assunto que já gravou.

  6. 6
    Dia e horário

    Publique sempre no mesmo dia e horário. Quem gostou do primeiro sabe quando vem o próximo. Dá para enviar antes e agendar.

Modelo de descrição

Como saber se o acabamento do seu móvel vai riscar. Neste vídeo você aprende a diferença entre os dois acabamentos mais usados e como testar no mostruário.

Material completo: [link]
Fale com a gente: [link do WhatsApp ou formulário]

00:00 O acabamento que risca em seis meses
01:10 Os dois tipos que parecem iguais
04:30 O teste da unha
07:05 O que perguntar no orçamento

Checklist de publicação

  • Título é a dúvida que alguém pesquisaria.
  • Capa com rosto e até quatro palavras, legível em miniatura.
  • Duas primeiras linhas da descrição dizem o que a pessoa aprende.
  • Link do material e contato na descrição.
  • Capítulos começando em 00:00, pelo menos três, cada um com 10 segundos ou mais.
  • Vídeo dentro da playlist.
  • Tela final apontando para o próximo vídeo.
  • Publicado no dia e horário de sempre.

Depois de publicarver no mapa

Os primeiros dias dizem o que acertar no próximo vídeo: os comentários trazem pauta nova e a curva de retenção mostra onde as pessoas foram embora.

Peça para a IA

Publiquei um vídeo há 7 dias. Seguem os comentários e os números de retenção.
Vídeo: [título], duração de [x] minutos.
Retenção: [descreva a curva: quanto ficou aos 30 segundos, onde caiu, onde subiu, em que minuto]
Comentários: [cole]
Roteiro, se tiver: [cole]
1. Diga onde as pessoas foram embora e o que, no roteiro, pode explicar isso.
2. Liste as perguntas dos comentários que viram vídeo novo.
3. Diga uma coisa para mudar no próximo vídeo.

O que volta: uma leitura da curva, perguntas novas para a pauta e uma mudança para o próximo vídeo.

Confira o que a IA entregou

  • A leitura usa os números que você deu. Se aparecer dado que você não colou, foi inventado.
  • A explicação da queda bate com o que acontece naquele minuto do vídeo.
  • A mudança sugerida é uma só, e você consegue fazer.

Só você faz

Responder os comentários nas primeiras 24 horas, com a sua voz, e mandar o link para quem já fez aquela pergunta no WhatsApp.

Se for fazer na mão:

  1. 1
    Primeiras 24 horas

    Responda todo comentário. Pergunta em comentário é pauta nova: anote na planilha.

  2. 2
    Compartilhar

    Mande o link para quem já perguntou aquilo no WhatsApp e coloque nos lugares onde o seu cliente está (status, grupo, e-mail).

  3. 3
    Depois de 7 dias

    No YouTube Studio, abra a análise do vídeo e procure o gráfico de retenção do público. Ele mostra em que minuto as pessoas foram embora.

  4. 4
    Ler a curva

    Queda forte no começo: o gancho não segurou. Queda de repente no meio: ali você enrolou ou mudou de assunto. Trecho que sobe: gente voltando para rever, sinal de conteúdo útil.

  5. 5
    Anotar e aplicar

    Escreva uma linha sobre o que vai mudar no próximo vídeo e registre os números na planilha de medição (veja Medir o que importa).

Instagram e TikTok

Instagram: vitrine da marcaver no mapa

O Instagram é a vitrine. O cliente chega por indicação ou anúncio, entra no perfil e decide rápido se você tem trabalho de verdade e se é confiável. Por isso o dono, ou alguém que represente a marca, precisa aparecer ali, falando com os clientes. Aqui o bastidor e o depoimento brilham, e o conteúdo que ensina leva a marca para quem não te segue.

O processo de produção é o mesmo do YouTube (roteiro, gravação, edição, publicação, depois). Mudam o formato, o tamanho e alguns detalhes, que estão nos três itens abaixo.

Perfil e biover no mapa

O perfil decide em poucos segundos se a pessoa confia. Ele precisa dizer o que você faz, para quem, onde e como falar com você.

Peça para a IA

Quero arrumar o perfil da minha empresa no Instagram.
Empresa: [o que faz], para [quem], em [região] (na Central, esse contexto já está nos arquivos; pode pular)
Contato: [WhatsApp ou formulário]
1. Sugira o texto do campo de nome, com o nome da empresa e o que ela faz.
2. Escreva 3 opções de bio curta: o que faz, para quem, onde e o próximo passo.
3. Sugira 4 destaques fixos e o que vai em cada um.

O que volta: nome, opções de bio e o plano dos destaques.

Confira o que a IA entregou

  • A região é onde você entrega de verdade.
  • O próximo passo leva a um contato que alguém atende.
  • Nenhuma promessa que você não cumpre (prazo, garantia, preço).

Só você faz

Escolher as fotos e os trabalhos reais que vão nos destaques, e testar o link como cliente.

Se for fazer na mão:

  1. 1
    Conta profissional

    Use conta profissional (empresa ou criador de conteúdo). Ela libera os números de cada post: alcance, salvamentos, compartilhamentos.

  2. 2
    Nome

    O campo de nome aparece na busca do Instagram. Use o nome da empresa e o que ela faz: “Aurora | Móveis planejados”.

  3. 3
    Bio

    Em poucas linhas: o que faz, para quem, onde atende e o próximo passo. “Cozinhas e armários planejados para quem vai reformar. Campinas e região. Orçamento pelo WhatsApp:”

  4. 4
    Link

    O link leva para onde o atendimento trabalha: WhatsApp ou formulário que você já testou.

  5. 5
    Destaques

    Três ou quatro destaques fixos: trabalhos entregues, depoimentos, como funciona a compra, perguntas frequentes.

Reels: formato e gravaçãover no mapa

O Reels é o mesmo vídeo que ensina, em pé e curto. Os primeiros 3 segundos decidem se a pessoa fica.

Peça para a IA

Aqui está o roteiro de um vídeo longo. Quero 3 cortes para Reels, de 30 a 60 segundos cada.
Cada corte precisa ter começo, meio e fim sozinho, ensinando uma coisa só.
Para cada um: o gancho falado na primeira frase, o mesmo gancho escrito para aparecer na tela (até 8 palavras) e o trecho do roteiro que entra.

[cole o roteiro]

O que volta: três roteiros curtos, cada um com gancho falado e gancho escrito.

Confira o que a IA entregou

  • Cada corte se entende sem ter visto o vídeo longo.
  • O gancho escrito cabe no meio da tela, longe do topo e do rodapé.
  • O texto continua sendo seu, sem frase de efeito que você não falaria.

Só você faz

Gravar na vertical, com a mesma luz e o mesmo som do vídeo longo, e escolher qual corte vai primeiro.

  • Vertical (9:16). Celular em pé, câmera traseira, mesma luz e som do passo de gravação.
  • Curto. Para ensinar uma coisa só, de 30 a 90 segundos costuma bastar. Teste e meça.
  • Primeiros 3 segundos. O gancho vem na primeira frase e também escrito na tela, porque muita gente assiste sem som.
  • Área segura. Deixe texto e rosto no meio da tela. Em cima e embaixo ficam o nome da conta, a legenda e os botões.
  • Legenda no vídeo. Sempre, pelo mesmo motivo do som desligado.
  • Lote. No vídeo curto dá para gravar oito a dez de uma vez, só trocando o assunto. Veja Gravar em lote.

Se você já grava vídeo longo, um trecho de 30 a 60 segundos com começo, meio e fim pode virar Reels. Grave esse trecho também na vertical, ou deixe espaço para recortar.

Publicar e chamar para a açãover no mapa

No Instagram, o vídeo some do feed em poucos dias. A legenda e a chamada fazem a pessoa salvar e compartilhar enquanto ele está no ar.

Peça para a IA

Escreva a legenda deste Reels para o Instagram.
Assunto: [o que o vídeo ensina]. Gancho: [primeira frase do vídeo]
Primeira linha: o gancho. Depois, 2 ou 3 linhas com o resumo do que o vídeo ensina. No fim, uma chamada para salvar ou compartilhar.
Escreva 3 versões, com chamadas diferentes.

O que volta: três legendas prontas.

Confira o que a IA entregou

  • A primeira linha é o gancho do vídeo.
  • A chamada pede salvar ou compartilhar. Se pede comentário, alguém vai entregar o material.
  • Nada que o vídeo não ensina.

Só você faz

Responder comentários e mensagens no primeiro dia. Se usar “comenta a palavra”, testar a entrega antes com um comentário seu.

Se for fazer na mão:

  1. 1
    Capa

    Escolha um quadro com o seu rosto ou envie uma imagem com o assunto em poucas palavras. No perfil a capa aparece recortada: mantenha o texto no centro.

  2. 2
    Legenda do post

    Primeira linha repete o gancho. Depois, duas ou três linhas com o resumo do que ensinou e a chamada. Hashtags e localização são opcionais: o assunto e o gancho pesam mais.

  3. 3
    Chamada

    Peça para salvar (“salva para lembrar quando for comprar”) ou para compartilhar (“manda para quem está reformando”).

  4. 4
    “Comenta a palavra”

    Se usar, garanta antes quem entrega: uma pessoa que responde por mensagem direta ainda no mesmo dia ou uma ferramenta de resposta automática conectada à conta. Teste com um comentário seu antes de publicar.

  5. 5
    Depois

    Responda comentários e mensagens no primeiro dia. Depois de 7 dias, anote alcance, alcance de não seguidores, salvamentos e compartilhamentos.

Diferenças para o YouTube

  • Vertical em vez de horizontal.
  • Gancho em 3 segundos, falado e escrito.
  • Um assunto por vídeo, sem capítulos.
  • Capa mais simples; o título vai na primeira linha da legenda.
  • O vídeo some do feed em poucos dias. O que fica é o perfil, por isso ele precisa estar arrumado.

TikTokver no mapa

O TikTok mostra o vídeo para muita gente que não te segue. Para algumas fábricas funciona muito bem, principalmente quando o produto é visual e dá para mostrar o antes e o depois, a peça sendo feita, a máquina funcionando.

Você pode publicar o mesmo vídeo vertical no Instagram e no TikTok. Mude o texto e confira as diferenças abaixo.

Conta e perfilver no mapa

No TikTok o perfil pesa menos, porque muita gente te vê sem te seguir. Mas quem gostar vai clicar, e precisa achar o que você faz e como falar com você.

Peça para a IA

Escreva a bio da minha empresa no TikTok, curta: o que faz e onde atende.
Empresa: [o que faz], para [quem], em [região] (na Central, esse contexto já está nos arquivos; pode pular)
Me dê 3 opções e o nome de usuário que você sugeriria.

O que volta: opções de bio e de nome de usuário.

Confira o que a IA entregou

  • Cabe numa linha ou duas no celular.
  • A região está certa.
  • O nome é fácil de digitar e de lembrar.

Só você faz

Criar a conta, decidir quem administra e conferir no seu perfil onde colocar o contato.

  • Use conta comercial (de empresa). Ela dá acesso às estatísticas de cada vídeo.
  • Foto ou logo legível em tamanho pequeno, nome da empresa e uma bio curta com o que faz e onde atende.
  • Contato: deixe claro na bio como falar com você. Se o seu perfil tiver campo de link, use o WhatsApp ou o formulário que você já testou; se não tiver, escreva o contato.

Formato que funcionaver no mapa

No TikTok funciona o vídeo com cara de TikTok: natural, de celular, mostrando a coisa acontecendo.

Peça para a IA

Aqui está um roteiro que gravei para outra rede. Adapte para o TikTok em 3 vídeos curtos.
Cada um deve abrir com uma cena de movimento, antes da fala. O que dá para filmar na minha fábrica: [peça sendo cortada, máquina funcionando, antes e depois]
Para cada vídeo, escreva a cena de abertura, o texto na tela e a fala.

[cole o roteiro]

O que volta: três roteiros curtos que abrem com imagem em movimento.

Confira o que a IA entregou

  • A cena de abertura existe e dá para filmar.
  • Cada vídeo tem uma ideia só.
  • A fala soa natural, de conversa.

Só você faz

Filmar a coisa acontecendo. Nenhuma IA tem a imagem da sua fábrica funcionando.

  • Cara de TikTok: gravado no celular, natural, com a pessoa falando para a câmera ou mostrando a coisa acontecendo. Vídeo com cara de comercial de televisão costuma ir mal.
  • Movimento logo no começo: a peça sendo cortada, a gaveta fechando, o antes virando depois. A imagem prende antes da fala.
  • Vertical 9:16, área segura no centro, legenda no vídeo.
  • Um assunto, uma ideia. Se o vídeo precisa de “parte 2”, faça a parte 2 e avise no fim da primeira.

Publicarver no mapa

Muita gente usa o TikTok como busca. O texto do vídeo e a descrição ajudam a pessoa certa a achar.

Peça para a IA

Escreva a descrição deste vídeo para o TikTok: uma ou duas frases com o assunto, usando as palavras que alguém pesquisaria.
Assunto: [o que o vídeo ensina]. Cliente: [quem] (na Central, esse contexto já está nos arquivos; pode pular)
Escreva também o texto da tela para os primeiros segundos, com até 8 palavras.
Me dê 3 opções de cada.

O que volta: descrições curtas e textos de tela.

Confira o que a IA entregou

  • Usa as palavras que o seu cliente digitaria.
  • O texto da tela é o gancho, e não o nome da empresa.
  • Nada que o vídeo não mostra.

Só você faz

Escolher a capa, publicar e, depois de 7 dias, anotar os números para comparar com o Instagram.

Se for fazer na mão:

  1. 1
    Texto na tela

    O gancho escrito nos primeiros segundos.

  2. 2
    Descrição

    Uma ou duas frases com o assunto, usando as palavras que a pessoa pesquisaria: o TikTok também é usado como busca.

  3. 3
    Capa

    Escolha um quadro em que o assunto fica claro.

  4. 4
    Chamada

    Igual ao Instagram: salvar, compartilhar ou, se houver quem entregue, comentar uma palavra.

  5. 5
    Medir

    Depois de 7 dias, anote visualizações, tempo médio assistido, compartilhamentos e salvamentos.

Diferenças para o Instagram

  • Alcança mais gente que não te segue; o perfil pesa menos que no Instagram.
  • Estética mais crua funciona melhor que vídeo muito produzido.
  • O mesmo vídeo pode ir bem numa rede e mal na outra. Meça separado.

Blog e busca

Blog e busca no Googlever no mapa

Na Kóche, uma automação escrevia e publicava os artigos do blog sozinha, tudo pensado para aparecer no Google e nas inteligências artificiais. Eram 79 artigos no ar e 63 sem nenhum clique (dados reais da Kóche, Google Search Console, de maio de 2025 a setembro de 2026). Artigo genérico, escrito só para “aparecer”, quase nunca traz ninguém.

O blog que funciona é a pergunta do WhatsApp, a que está no caderno de objeções do vendedor, respondida com calma, de preferência junto com um vídeo longo sobre o mesmo assunto. Ele serve de resposta que o atendimento manda e pode ser encontrado por quem pesquisa aquela dúvida, no Google ou numa IA. E a busca pelo seu nome pede cuidado próprio.

Artigo que respondever no mapa

O artigo que funciona responde uma pergunta que já chega no seu atendimento. Quem atende manda o link e o cliente lê com calma.

Peça para a IA

Quero transformar a resposta de uma pergunta que meus clientes fazem muito num artigo para o site.
Pergunta: [como o cliente pergunta]
Minha resposta, do jeito que eu explico no WhatsApp: [cole]
Escreva o artigo com: título igual à pergunta, a resposta curta no primeiro parágrafo, depois o detalhe, o que perguntar no orçamento e um parágrafo final com o contato [link].
Indique onde entram fotos reais. Não acrescente informação técnica que eu não dei.

O que volta: o artigo pronto para revisar, com a marcação das fotos.

Confira o que a IA entregou

  • A resposta curta está no primeiro parágrafo.
  • Toda informação técnica veio de você. O que a IA acrescentou, confira ou corte.
  • O título é a pergunta como o cliente faz.
  • Lendo, dá vontade de mandar para um cliente.

Só você faz

Conferir se está certo, colocar fotos reais e entregar o link para quem atende usar no WhatsApp.

Se for fazer na mão:

  1. 1
    Escolher a pergunta

    Pegue a pergunta que mais se repete na planilha de pauta.

  2. 2
    Título

    A pergunta como o cliente faz: “Acabamento de móvel planejado risca? Como escolher”.

  3. 3
    Responder no começo

    A resposta curta no primeiro parágrafo. Depois, o detalhe: fotos reais, comparação, o que perguntar no orçamento.

  4. 4
    Fechar com o próximo passo

    Um parágrafo final com o contato (WhatsApp ou formulário).

  5. 5
    Dar ao atendimento

    Quem atende guarda o link numa resposta rápida do WhatsApp. Quando a pergunta chega, manda o link. O cliente lê com calma e chega no orçamento entendendo.

  6. 6
    Reaproveitar

    Se existe vídeo sobre o assunto, coloque o vídeo dentro do artigo e o link do artigo na descrição do vídeo.

Busca pelo seu nomever no mapa

Boa parte de quem te procura no Google digita o nome da sua empresa. A busca costuma ser consequência: quem te viu numa feira, num vídeo ou numa indicação vai no Google conferir antes de chamar.

Peça para a IA

Pesquisei o nome da minha empresa no Google pelo celular, em aba anônima. Vou descrever o que apareceu.
Empresa: [nome] (na Central, esse contexto já está nos arquivos; pode pular)
Dados certos: [endereço ou região, telefone, horário, site]
O que apareceu: [descreva os primeiros resultados, o quadro da empresa e as avaliações]
Liste o que está errado, desatualizado ou faltando, e diga o que fazer em cada caso.

O que volta: uma lista de correções, em ordem de importância.

Confira o que a IA entregou

  • A IA comparou com os dados certos que você deu.
  • Se ela disser que pesquisou por conta própria, confira você mesmo. Resultado de busca muda por lugar e por pessoa.

Só você faz

Fazer a busca como cliente, uma vez por mês, e corrigir o que estiver errado no perfil e no site.

Faça a busca como cliente, uma vez por mês

  • Pesquise o nome da empresa no celular, em aba anônima.
  • O primeiro resultado é o seu site? O quadro do lado (ou no topo, no celular) é o seu Perfil da Empresa, com telefone e horário certos?
  • Aparece algum perfil antigo, endereço velho ou telefone que ninguém atende? Corrija ou peça a remoção.
  • As avaliações recentes foram respondidas?
  • Pesquise também o nome com erro de digitação comum e o nome do produto principal com a cidade.

Rotina e medição

Rotina e mediçãover no mapa

Conteúdo que depende de inspiração para na terceira semana. A rotina tem quatro partes: gravar em lote, testar formatos, medir o que importa e repetir o campeão.

Só você faz

Reservar o horário na agenda e manter por 90 a 180 dias. A IA prepara roteiro e lê os números; a constância é sua.

O prazo: conteúdo que ensina é jogo de 90 a 180 dias. Quem posta duas semanas, não vê resultado e para, desiste bem quando ia começar a render.

Gravar em lotever no mapa

Gravar um vídeo por vez toma o dia. Gravar vários de uma vez, com tudo preparado, toma uma manhã por semana.

Peça para a IA

Vou gravar em lote na [dia]. Aqui estão os 8 assuntos da semana, da minha planilha de pauta:
[cole os assuntos e os ganchos]
Monte o plano da sessão: ordem de gravação (juntando o que usa o mesmo cenário), roteiro curto de cada um, o que separar antes (peças, roupa, cenário) e o calendário de publicação para os dias [dias fixos].

O que volta: o plano da manhã de gravação e o calendário de publicação.

Confira o que a IA entregou

  • A ordem junta o mesmo cenário e a mesma roupa.
  • Os roteiros curtos mantêm o gancho de cada assunto.
  • O calendário cabe na rotina que você consegue manter.

Só você faz

Bloquear o horário na agenda como reunião, e gravar.

Se for fazer na mão:

  1. 1
    Bloco fixo

    Reserve um horário fixo na semana, na agenda, como reunião. Por exemplo: segunda de manhã.

  2. 2
    Preparar antes

    Roteiros prontos na véspera, roupa separada, cenário arrumado, bateria carregada.

  3. 3
    Gravar

    Vídeo curto: oito a dez de uma vez, mesma roupa, luz e cenário, só trocando o assunto. Vídeo longo: um por semana já é uma boa rotina.

  4. 4
    Editar em sessões curtas

    Edite em outro horário, um vídeo por sessão.

  5. 5
    Agendar

    Agende a publicação para os dias fixos. A fila de vídeos prontos protege a semana em que você não conseguir gravar.

Testar formatosver no mapa

Ninguém sabe de antemão o que funciona com o seu público. Grave assuntos parecidos em formatos diferentes e compare.

Peça para a IA

Quero testar 5 formatos de vídeo com o mesmo assunto: [assunto].
Os formatos: andando e falando pela fábrica, explicando no quadro, lista curta de dicas, olhando para a câmera e mostrando a tela.
Escreva um roteiro curto para cada formato, todos com o mesmo gancho.
Depois, monte uma tabela simples para eu anotar os resultados de cada formato por 6 semanas.

O que volta: cinco roteiros curtos e a tabela do teste.

Confira o que a IA entregou

  • Os cinco roteiros ensinam a mesma coisa; só muda o jeito.
  • Cada formato é viável na sua fábrica.
  • A tabela tem a coluna de formato e a de contato gerado.

Só você faz

Gravar nos formatos diferentes, mesmo os que você acha que não vai gostar, e comparar a média no fim.

  • F1, andando e falando: câmera na mão, em movimento pela fábrica. Passa vida real.
  • F2, no quadro: você escreve a conta ou desenha a diferença. Passa autoridade técnica.
  • F3, lista curta: três a cinco dicas rápidas, uma por trecho.
  • F4, olho no olho: plano fixo, falando direto para a câmera.
  • F5, tela: a tela do computador ou do celular mostrando um passo a passo.

Como testar sem complicar: por quatro a seis semanas, use pelo menos dois formatos diferentes por semana e anote o formato de cada vídeo na planilha. No fim, compare a média de cada formato, não um vídeo isolado.

Medir o que importaver no mapa

Curtida não paga boleto. O que mostra se o conteúdo trabalha é salvamento, compartilhamento, retenção e, principalmente, contato.

Peça para a IA

Vou colar minha planilha de medição de vídeos das últimas semanas.
Colunas: data, título, rede, formato, visualizações, salvamentos, compartilhamentos, retenção, comentários, contatos gerados, se havia anúncio no período.
1. Compare a média por formato e por rede.
2. Separe as semanas com anúncio ligado, para não confundir com o orgânico.
3. Diga quais vídeos trouxeram contato e o que eles têm em comum.

[cole a planilha]

O que volta: uma leitura por formato e por rede, com os vídeos que trouxeram contato em destaque.

Confira o que a IA entregou

  • As médias saíram dos seus números. Refaça uma de cabeça.
  • As semanas com anúncio ficaram separadas.
  • A conclusão vem de vários vídeos, e não de um pico só.

Só você faz

Anotar os contatos que citaram o vídeo. Esse número não aparece em nenhuma plataforma: vem do atendimento perguntar.

Se for fazer na mão, anote por vídeo, sete dias depois de publicar:

  • Salvamentos: a pessoa quis guardar.
  • Compartilhamentos: a pessoa achou que valia para outra.
  • Retenção: até onde assistiram (no YouTube, a curva; no Instagram e TikTok, o tempo médio).
  • Contatos e perguntas: quantas pessoas mandaram mensagem ou pediram orçamento por causa do vídeo. É o número mais importante, e não aparece em nenhuma plataforma: quem atende pergunta “como você conheceu a gente?” (Aula 4) e anota no CRM.

Colunas da planilha de medição

Data · Título · Rede · Formato (F1 a F5) · Visualizações · Salvamentos · Compartilhamentos · Retenção · Comentários · Contatos gerados · Havia anúncio no período? · Observação

Cuidado com o anúncio. Se houver anúncio rodando no mesmo período, o alcance sobe por causa do anúncio. Num perfil do autor, o alcance subiu 341% num mês, e a maior parte veio do anúncio, não do orgânico. Se a IA não souber que havia anúncio, e não estiver conectada à plataforma, ela também vai achar que foi o orgânico. Antes de comemorar, confira se tinha anúncio ligado e anote na coluna própria.

Repetir o campeãover no mapa

Depois de algumas semanas, um formato ou um gancho se destaca. Aí você repete a estrutura e só troca o assunto.

Peça para a IA

Este é o meu vídeo que mais funcionou: [título, gancho e resumo]
Números: [salvamentos, compartilhamentos, retenção]
Explique em uma frase qual é a estrutura dele (tipo de gancho, formato, tamanho).
Depois, sugira 10 assuntos novos que caibam na mesma estrutura, usando estas dúvidas da minha pauta: [cole]

O que volta: a estrutura do campeão em uma frase e dez assuntos novos no mesmo molde.

Confira o que a IA entregou

  • Os assuntos novos vieram da sua pauta, de dúvida real de cliente.
  • A estrutura descrita bate com o que você vê no vídeo.
  • Nenhum assunto repete o campeão com outras palavras.

Só você faz

Olhar a planilha uma vez por mês e decidir o que continua, o que sai e o que testar.

Se for fazer na mão:

  1. 1
    Achar o campeão

    Formato campeão: compartilhamentos altos de forma repetida, não um pico só. Gancho campeão: muita gente passa dos primeiros segundos e a retenção não despenca no meio.

  2. 2
    Copiar a estrutura

    Mesma luz, mesmo enquadramento, mesmo estilo de edição, mesmo tipo de gancho.

  3. 3
    Trocar o assunto

    Se “o acabamento que risca em seis meses” funcionou, o próximo é “a dobradiça que solta em um ano”.

  4. 4
    Revisar todo mês

    Uma vez por mês, olhe a planilha e decida o que continua, o que sai e o que testar.

Presença online

Presença onlinever no mapa

O conteúdo gera a procura; o site e o Google capturam quem te procura. Quem te viu numa feira, recebeu uma indicação ou assistiu a um vídeo vai no Google conferir antes de chamar. A presença online é o que essa pessoa encontra. São dois itens: o site com o formulário e o perfil no Google.

Site e formulário de contatover no mapa

O site não precisa ser bonito de agência. Precisa responder rápido o que o cliente procura e não perder nenhuma mensagem. A tarefa mais importante desta aula está aqui: testar o formulário como cliente.

O que o site precisa responderver no mapa

Quem chega no seu site quer saber quatro coisas em poucos segundos: o que você faz, para quem, por que confiar e como falar com você.

Peça para a IA

Vou colar o texto da primeira tela do meu site (o que aparece no celular sem rolar).
Avalie se ele responde, em poucos segundos, a quatro perguntas: o que a empresa faz, para quem, por que confiar e como falar com ela.
Para cada pergunta, diga se responde, o que falta e sugira uma frase melhor.
Meu cliente: [quem]. Região: [onde] (na Central, esse contexto já está nos arquivos; pode pular)

[cole o texto]

O que volta: uma avaliação das quatro perguntas e sugestões de frase.

Confira o que a IA entregou

  • As frases sugeridas estão na língua do cliente, sem jargão.
  • A prova de confiança sugerida existe de verdade (foto, depoimento, garantia).
  • A região é onde você entrega.

Só você faz

Abrir o site no celular, contar cinco segundos e fechar. Mostrar para alguém de fora e perguntar o que entendeu.

Em poucos segundos, na primeira tela do celular

  • O que você faz: uma frase, sem jargão. “Cozinhas e armários planejados, do projeto à montagem.”
  • Para quem: “Para quem vai reformar ou acabou de comprar apartamento em Campinas e região.”
  • Por que confiar: fotos reais de trabalhos entregues, depoimentos com nome, garantia, tempo de mercado.
  • Como falar com você: botão de WhatsApp e formulário visíveis sem precisar procurar.

Abra o seu site no celular, conte cinco segundos e feche. Se alguém de fora não souber dizer as quatro respostas, a primeira tela precisa mudar.

Testar o formulário como clientever no mapa

Leva cinco minutos e quase ninguém faz. Muito formulário manda para um e-mail que ninguém lê, ou para lugar nenhum. Cada formulário quebrado é um cliente que tentou falar e ficou sem resposta, sem você saber. E quem preenche formulário está com intenção alta de compra: o ideal é receber a ligação ou o WhatsApp de um vendedor em menos de 10 minutos. Cronometre: muita gente se surpreende com a demora.

Só você faz

Este teste. A IA não preenche o seu formulário nem vê se a mensagem chegou. Faça como cliente, cronometre e confira onde caiu.

  1. 1
    Abrir como cliente

    No celular, abra o site numa aba anônima, como quem nunca entrou.

  2. 2
    Preencher

    Use o seu nome com a palavra TESTE e o seu WhatsApp. Escreva uma mensagem como cliente.

  3. 3
    Enviar

    Aparece uma confirmação dizendo que a mensagem foi recebida e quando vai ter resposta?

  4. 4
    Cronometrar

    Anote a hora. Em quanto tempo a mensagem apareceu para quem atende?

  5. 5
    Onde caiu

    Caiu no lugar onde o atendimento trabalha (CRM, WhatsApp, e-mail que alguém olha o dia inteiro)? Ou num e-mail esquecido?

  6. 6
    Resposta

    Alguém respondeu dentro do prazo que o site promete, sem você avisar que era teste?

  7. 7
    Repetir

    Faça o mesmo pelo computador e clique também no botão de WhatsApp. Repita uma vez por mês e depois de qualquer mudança no site.

Formulário que não perde contatover no mapa

O formulário bom pede pouco, diz quando vai ter resposta e cai onde alguém olha o dia inteiro.

Peça para a IA

Este é o meu formulário de contato hoje:
Campos: [liste]
Mensagem que aparece depois de enviar: [cole]
Sugira uma versão com o mínimo de campos para eu conseguir responder, uma mensagem de confirmação com prazo de resposta e uma pergunta que ajude a qualificar o contato.

O que volta: o formulário enxuto e o texto de confirmação.

Confira o que a IA entregou

  • Ficaram só os campos que o atendimento usa de verdade.
  • O prazo prometido é um prazo que vocês cumprem.
  • A pergunta de qualificação é fácil de responder.

Só você faz

Definir quem confere se os contatos continuam chegando. Formulário pode parar sem dar erro, e ninguém sabe se ninguém olhar.

Lista para conferir

  • Poucos campos: nome, WhatsApp e o que a pessoa precisa. Cada campo a mais faz gente desistir no meio.
  • Prazo de resposta escrito, e curto: “A gente te chama no WhatsApp em até 10 minutos, no horário comercial.” E cumpra: quem preenche formulário esfria rápido.
  • Cai onde o atendimento trabalha: no CRM ou no canal que o time olha o dia inteiro (Aula 4).
  • Origem registrada: o contato entra com a informação de onde veio (página, campanha). Veja UTM.
  • Aviso de recebimento: a pessoa vê na tela que a mensagem chegou.
  • Alguém confere: uma pessoa responsável por olhar se os contatos continuam chegando. Um formulário pode parar sem dar erro.

Google Meu Negócio (Perfil da Empresa no Google)ver no mapa

É o quadro que aparece quando alguém pesquisa o nome da sua empresa no Google ou no Maps, com endereço, horário, fotos e avaliações. O nome antigo era Google Meu Negócio; hoje o Google chama de Perfil da Empresa no Google (em inglês, Google Business Profile). É o mesmo serviço, gratuito, e muita gente ainda usa o nome antigo.

Para fábrica que atende uma região, vale ouro. São quatro passos: criar e verificar, preencher, pedir avaliações e responder avaliações. Os nomes de botões mudam com frequência; se não achar um, procure pela função descrita.

Criar e verificarver no mapa

Antes de preencher qualquer coisa, o perfil precisa existir e o Google precisa saber que ele é seu.

Peça para a IA

Vou criar o Perfil da Empresa no Google para a minha fábrica.
Empresa: [o que faz] (na Central, esse contexto já está nos arquivos; pode pular)
Recebo cliente no local? [sim, tenho showroom / não, vou até o cliente]
Região que atendo: [cidades]
1. Diga se devo informar endereço ou área de atendimento, e por quê.
2. Sugira 3 opções de categoria principal que descrevam o que eu vendo.

O que volta: a orientação de endereço ou área e sugestões de categoria.

Confira o que a IA entregou

  • A categoria sugerida existe na lista do Google. Confira digitando no cadastro.
  • A escolha entre endereço e área bate com a realidade: você recebe ou não cliente no local.

Só você faz

Procurar se o perfil já existe, criar ou reivindicar com a conta da empresa, fazer a verificação e dar acesso a mais uma pessoa de confiança.

Se for fazer na mão:

  1. 1
    Procurar antes de criar

    Pesquise o nome da empresa no Google Maps. Se já existe um perfil (alguém pode ter criado), use a opção de reivindicar a empresa em vez de criar outro.

  2. 2
    Criar

    Entre em business.google.com com a conta Google da empresa e siga o cadastro: nome exato da empresa, categoria, endereço.

  3. 3
    Endereço ou área de atendimento

    Se o cliente vai até você (showroom, fábrica aberta), informe o endereço. Se você vai até o cliente e não recebe no local, informe a área de atendimento e oculte o endereço.

  4. 4
    Verificar

    O Google pede uma prova de que a empresa é sua. Os métodos variam por empresa: ligação ou SMS, e-mail, vídeo mostrando o local e a placa, ou outro que a tela oferecer. Siga o que aparecer para você.

  5. 5
    Dar acesso

    Adicione mais uma pessoa de confiança como administradora, para o perfil não depender de uma conta só.

Preencher o perfilver no mapa

Perfil completo responde as dúvidas do cliente antes da ligação.

Peça para a IA

Escreva a descrição do Perfil da Empresa no Google da minha fábrica: o que faz, para quem e onde atende, em linguagem simples.
Empresa: [dados] (na Central, esse contexto já está nos arquivos; pode pular)
Diferenciais reais: [liste]
Liste também os produtos ou serviços para cadastrar, com o nome que o cliente usaria.

O que volta: a descrição e a lista de produtos ou serviços.

Confira o que a IA entregou

  • Só diferencial real, que você comprova.
  • Nada de preço ou promoção que vai ficar velho.
  • Os nomes dos produtos estão na língua do cliente.

Só você faz

Tirar e subir fotos reais (fachada, fábrica, equipe, trabalhos entregues), conferir horário e telefone, e atualizar de tempos em tempos.

Lista para conferir

  • Categoria principal certa (a que descreve o que você vende) e categorias extras, se fizer sentido.
  • Horário de atendimento real, incluindo feriados.
  • Telefone e WhatsApp que alguém atende no horário informado.
  • Site apontando para a página certa.
  • Descrição: o que faz, para quem, onde atende.
  • Fotos reais: fachada, fábrica, equipe, trabalhos entregues. Atualize de tempos em tempos.
  • Produtos ou serviços cadastrados com nome na língua do cliente.

Pedir avaliaçõesver no mapa

Quem pesquisa a sua empresa lê as avaliações antes de chamar. Cliente satisfeito costuma esquecer de avaliar se ninguém pedir.

Peça para a IA

Escreva a mensagem que vou mandar no WhatsApp pedindo avaliação no Google, no pós-venda (na entrega ou uns dias depois).
Meu jeito de falar: [informal, direto]. Link de avaliação: [link]
Curta, sem pressão e sem oferecer nada em troca.
Escreva também uma frase para imprimir junto do QR code no material de entrega.

O que volta: a mensagem de pedido e o texto do QR code.

Confira o que a IA entregou

  • Não oferece desconto, brinde nem nada em troca.
  • Não pede só “se gostou”: o pedido serve para qualquer cliente.
  • Soa como você.

Só você faz

Pedir a todo cliente, do mesmo jeito, no pós-venda. A política do Google proíbe pedir só a quem gostou e dar prêmio em troca. A IA escreve a mensagem; quem segue a regra é você.

Se for fazer na mão:

  1. 1
    Pegar o link

    No painel do perfil, use a opção de pedir avaliações. Ela gera um link curto (e um QR code) que abre direto a tela de avaliar.

  2. 2
    Guardar o link

    Salve o link numa resposta rápida do WhatsApp e imprima o QR code no material de entrega.

  3. 3
    Quando pedir

    No pós-venda: na entrega, quando o cliente está vendo o trabalho pronto, ou uns dias depois, quando ele já usou (“e aí, o que está achando?”). A entrega também é o momento de pedir indicação (Aula 7).

  4. 4
    Para quem pedir

    Para todo cliente, na mesma hora e do mesmo jeito.

Modelo de pedido

“[Nome], que bom que ficou do jeito que você queria. Se puder deixar uma avaliação no Google contando como foi, ajuda muito quem está pesquisando: [link]. Leva um minuto. Obrigado!”

Regras do Google. A política de avaliações do Google proíbe oferecer qualquer coisa em troca de avaliação (desconto, brinde, pagamento), pedir avaliação só a quem você acha que está satisfeito e desencorajar avaliação negativa. Peça a todos, sem pressão e sem recompensa.

Responder avaliaçõesver no mapa

Responda todas, as boas e principalmente as ruins. Resposta educada numa avaliação ruim mostra para quem está pesquisando que tem gente cuidando.

Peça para a IA

Recebi esta avaliação no Google: [cole o texto da avaliação]
O que aconteceu, pelo que apuramos aqui dentro: [conte]
Escreva uma resposta curta e educada, sem discutir em público e sem expor dados do pedido.
Se a avaliação for ruim, chame para resolver numa conversa direta: [contato]
Assine como [seu nome, cargo].

O que volta: a resposta pronta para revisar.

Confira o que a IA entregou

  • Não culpa o cliente nem discute detalhe técnico.
  • Não promete o que você não vai fazer.
  • Não expõe dado do pedido.
  • Não ficou igual às outras respostas.

Só você faz

Apurar o que aconteceu antes de responder, e resolver de verdade com o cliente. Resposta bonita sem solução piora.

Se for fazer na mão:

  1. 1
    Prazo

    Responda em até dois dias úteis.

  2. 2
    Avaliação boa

    Agradeça pelo nome e cite o que foi feito: “Obrigado, Marina! Foi um prazer fazer a sua cozinha.”

  3. 3
    Avaliação ruim

    Leia, espere esfriar, apure o que aconteceu internamente e responda sem discutir em público. Leve a solução para uma conversa direta.

  4. 4
    Resolver de verdade

    Depois de resolver, o cliente pode atualizar a avaliação por conta própria. Não peça para ele apagar.

Modelo de resposta a avaliação ruim

“[Nome], obrigado por contar como foi. Sentimos muito pelo [problema, nas palavras do cliente]. Não é o que a gente quer entregar. Já conversei com a equipe sobre o que aconteceu. Quero resolver isso com você: pode me chamar no [WhatsApp] ou eu te ligo hoje? [Seu nome], [cargo].”

Evite: discutir detalhes técnicos em público, culpar o cliente, expor dados do pedido, resposta copiada igual para todos.

Central e tarefas

Fazendo com a sua Central

A semente da Central já traz o que esta aula usa. A pauta: a habilidade pauta do cliente lê um mês de conversas do WhatsApp, sem nome e sem telefone, e devolve os dez primeiros assuntos. O roteiro: você conta o caso e a sua opinião, e ela escreve o rascunho nas cinco partes do vídeo. Os números: a habilidade relatório do mês lê a sua planilha de contatos e vendas e mostra de onde veio cada um, com o detalhe que você anotar na origem (a rede, o anúncio, o post).

Confira três coisas: os assuntos vieram das suas conversas, e não de ideia genérica? O roteiro tem o seu caso e a sua opinião, sem número que você não possa provar? O relatório separou o anúncio do orgânico?

Com os números de tudo o que você publica, o ciclo fica simples: cria, testa, repete o que deu certo. Depois, o anúncio entra para acelerar um orgânico que já funciona (Aula 6).

Resumo e tarefas

Primeiro o atendimento aguenta, depois o marketing traz mais gente. O marketing começa com três respostas: quem compra, por que compra e como decide. O conteúdo que ensina atrai quem não te conhece, e o assunto vem do cliente: a venda gera a pergunta, o marketing responde. Uma rede que você consegue manter, medida pelo contato que chega. E o site e o perfil no Google prontos para quem vai te conferir.

As cinco tarefas desta aula:

  1. Escreva as três respostas para a sua fábrica e deixe à vista de quem produz conteúdo.
  2. Ligue para cinco pessoas que pediram orçamento e não compraram, com o roteiro da ligação, e entenda onde o processo falhou.
  3. Com o WhatsApp e essas cinco ligações, monte a lista dos dez primeiros assuntos (Achar assunto).
  4. Escolha uma rede e grave o primeiro vídeo com as cinco partes: gancho, promessa, entrega, aplicação e chamada leve (Anatomia do vídeo).
  5. Teste o formulário do seu site como cliente e cronometre em quanto tempo alguém te responde (passo a passo). Aproveite e confira o seu Perfil da Empresa no Google.

Quer ajuda para aplicar isso na sua fábrica?

O curso ensina o método. Para montar a máquina de vendas dentro da sua operação, a Impulso faz consultoria.

Falar com a Impulso